A Bacia hidrográfica do Rio Itaqueri

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Bacia do Rio Itaqueri, localizada no centro do estado de São Paulo, abrange parte dos municípios de Brotas e Itirapina, estando a Represa do Lobo (Broa) no limite de ambos. Limita-se ao Sul as Bacias dos Rios Jacaré Pepira e Passa-Cinco. A área de drenagem da Bacia é de aproximadamente 229 km², tendo como principal curso d'água o Rio Itaqueri. Esta bacia encontra-se parcialmente conversada, pois parte de sua área pertence às unidades de preservação (Estação Ecológica e Experimental de Itirapina e APA de Corumbataí).

Este vídeo apresenta algumas considerações sobre o conceito o conceito de Bacia Hidrográfica e sua importância como unidade de gestão ambiental, os diferentes usos e ocupação do solo nesta bacia (vegetação nativa, monoculturas, pastagens, lazer, pesquisa etc.), a qualidade da água da represa e, a importância das pesquisas realizadas pelo Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada da USP e pelo Criadouro Conservacionista do Instituto Arruda Botelho para a preservação das espécies. Os depoimentos apresentados são de pesquisadores que desenvolvem atividades nesta área, morador e professor que participa da visita monitorada a esta Bacia, oferecida pelo CDCC. Finalizando, o vídeo pretende mostrar que cada segmento da sociedade tem um papel diferente a desempenhar contribuindo para minimizar os problemas ambientais.

Biografia - Paulo Freire



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Documentário conta a vida e a carreira profissional de Paulo Freire. Pernambucano, nascido em 1921.

Paulo Freire foi um dos maiores educadores do Brasil, sendo conhecido dentro e fora do Brasil por seus trabalhos de educação popular e alfabetização de adultos.

Com depoimentos de familiares, amigos e colegas de trabalho, além de cenas de arquivo do educador, o documentário conta como o método de Paulo Freire começou a ser aplicado em Angicos, no Rio Grande do Norte.

Em 1963, o exílio do educador, a publicação do livro "Pedagogia do Oprimido", a indicação ao Prêmio Nobel da Paz, até o falecimento em 1997.

3. O equilíbrio de mercado

                                                                                                                                                                    André Franco Montoro Filho
                   O preço em uma economia de mercado é determinado tanto pela oferta quanto pela procura. Coloquemos em um único gráfico as curvas de oferta e de procura. Sabemos que a curva de procura, que representa o desejo dos consumidores, é decrescente. A curva de oferta é crescente.


                   Chamemos a intersecção das curvas de E, ao qual correspondem o preço PE e a quantidade QE. Este ponto, se existir, será único, pois a curva de procura é decrescente e a curva de oferta crescente. Neste ponto a quantidade que os consumidores desejam comprar é exatamente igual à quantidade que os produtores desejam vender. Existe uma coincidência de desejos.
                   Para qualquer preço superior a PE, a quantidade que os ofertantes desejam vender é maior que a que os consumidores desejam comprar. Em linguagem técnica, dizemos que existe um excesso de oferta. Quanto maior o preço, maior será o excesso de oferta. De outra parte, para qualquer preço inferior a PE surgirá um excesso de demanda. Quanto menor o preço, maior será o excesso de demanda. Em qualquer destas situações não existe compatibilidade de desejos.
                   Analisaremos o que ocorre nestas situações:
                   I – quando existir excesso de procura surgirão pressões no sentido de os preços subires, pois:
                   a) os compradores, incapazes de comprar tudo o que desejam ao preço existente se dispõem e passam a pagar mais;
                   b) os vendedores vêem a escassez e percebem que podem elevar os preços sem queda em suas vendas.
                   II – quando existir excesso de oferta surgirão pressões para os preços caírem, pois:
                   a) os vendedores percebem que não podem vender tudo o que desejam, seus estoques aumentam e, assim, passam a oferecer a preços menores;
                   b) os compradores notam a fartura e passam a regatear no preço.
                   No ponto E (PE, QE) não existem pressões para alterações nos preços. Neste ponto os planos dos compradores são consistentes com o plano dos vendedores. Sendo o único nestas condições, o ponto E é o ponto de equilíbrio das curvas de oferta e demanda. O preço PE é o preço de equilíbrio e QE a quantidade de equilíbrio.

2. Teoria Elementar da Oferta

                                                                                                                                                                    André Franco Montoro Filho

                   Define-se oferta a quantidade de um bem ou serviço que os produtores desejam vender por unidade de tempo. Novamente é preciso destacar os dois elementos. A oferta é um desejo, um plano, uma aspiração. E a demanda é um fluxo por unidade de tempo.
                   Do mesmo modo que a demanda. A oferta de um bem depende de inúmeros fatores que discutiremos a seguir.

                   A oferta de um bem depende de seu próprio preço, admitindo a hipótese coeteris paribus, quanto maior for o preço de um bem, mais interessante se torna produzi-lo e, portanto, a oferta é maior. Relacionando a quantidade ofertada de um bem com seu preço obtemos a curva de oferta.

                   Em segundo lugar, a oferta do bem x depende dos preços dos fatores de produção. De fato, o preço dos fatores, juntamente com a tecnologia empregada, determina custo de produção. Havendo aumento do preço de fator, aumenta o custo de produção. Os bens cuja produção se empregam grandes quantidades deste fato sofrerão aumentos de custo significativos, enquanto aqueles que o empregam pouco sofrerão menos.
                   Por exemplo: aumentando o preço da terra, teremos um grande aumento no custo de produção do café, enquanto em outros setores, que utilizam em menor intensidade o fator terra, teremos aumentos menores de custos.
                   Assim, a mudança no preço de um fator acarretará alterações na lucratividade relativa das produções, e isto ocasionará deslocamentos nas curvas de ofertas das diferentes mercadorias.
                   O mesmo se pode fazer em relação à mudança na tecnologia da produção. Os bens que mais se beneficiares da mudança tecnológica terão uma lucratividade aumentada, e assim surgirão deslocamentos nas curvas de oferta de diversos bens e serviços.
                   Em terceiro lugar, a oferta de um bem pode ser alterada por mudança nos preços dos demais bens produzidos. Se os preços dos demais bens subirem e o preço do bem x permanecer idêntico, sua produção torna-se menos atraente em relação à produção dos outros bens, consequentemente diminuindo sua oferta.
                   Neste caso, temos um deslocamento da curva de oferta para a esquerda.
                   Podemos sintetizar estas relações matematicamente:
                   Ox = f(Px,P1,...,Pn-1, π1, π2, πm, T)
Onde:
                   Ox = quantidade ofertada do bem x
                   Px = preço do bem x
                   Pi = preço do bem i, i = 1, 2, ..., n-1
                   πj = o preço dos fatores de produção, j = 1, 2, ..., m
                   T = tecnologia

1.4. Relação entre a procura do bem e o gosto do consumidor

                                                                                                                                                                    André Franco Montoro Filho


               Por fim resta examinar a influência do gosto ou da preferência do consumidor sobre sua demanda. Vamos estudar esta relação por meio de um exemplo.
                   Suponhamos que seja feita uma grande campanha publicitária incentivando a população a beber mais leite. Nessa campanha se mostra o valor nutritivo do leite e os benefícios que ele traz para a saúde. O povo é despertado por essa propaganda e resolve tomar mais leite. O que ocorrerá com a curva de procura do leite? É fácil responder. A curva se deslocará para a direita.
1.4.1. Curva de procura de mercado
                   Até agora sempre falamos sobre a procura individual. E a procura de mercado? A procura de mercado é a soma das procuras individuais. Suponhamos que a um dado preço o consumidor “A” deseja adquirir 10 maços de cigarros, o consumidor “B” deseja 7 e o “C” 5 maços. Sendo o mercado constituído destas pessoas, a procura de mercado será de 22 maços de cigarros, ao preço dado.
                   Em termos rigorosos diz-se que a curva de procura de mercado é a soma horizontal das curvas de procura dos indivíduos que compõem este mercado. É chamada horizontal porque somente se somam as quantidades e não os preços. Podemos exemplificar com uma tabela para um mercado constituído de três pessoas.

  
Tabela 5.1.
Quantidade procurada
Preço
Consumidor “A”
Consumidor “B”
Consumidor “C”
Mercado
2500
4
5
12
21
2000
14
10
22
46
1500
24
15
32
71
1000
34
20
42
96
500
44
25
52
121

1.3. Relação entre procura de um bem e a renda do consumidor

                                                                                                                                                       André Franco Montoro Filho
                     Dx = f( R ), tudo o mais permanecendo constante.
                   Em geral existe uma relação crescente e direta entre a renda e a demanda de um bem ou serviço. Quando a renda cresce, a demanda do bem deve aumentar. O indivíduo, ficando mais rico, vai desejar aumentar seu padrão de consumo e, portanto, demandar maiores quantidades de bens e serviços.
                   Esta é a regra. Como toda boa regra, ela admite exceções. Em primeiro lugar, é possível que o indivíduo esteja totalmente satisfeito com o consumo de um determinado bem e, portanto, não altere a quantidade procurada por unidade de tempo, quando sua renda aumentar. É o caso do consumo saciado. Outra exceção encontra-se nos chamados bens inferiores. Estes são bens cuja demanda se reduz quando a renda aumenta. Por exemplo: a demanda da carne de segunda se reduz quando o indivíduo aumenta seus ganhos, pois aí ele passará a demandar carne de primeira e não mais de segunda.
                  Estes três casos são apresentados no gráfico abaixo. A curva (1) é a dos bens normais. A curva (2) é a dos bens de consumo saciado e a (3) dos bens inferiores.

          A relação entre a renda e a procura de um dado bem pode ser apresentada na forma de deslocamentos da curva de procura. Para os bens normais um aumento de renda deslocará a curva de procura para a direita, como mostra o gráfico a seguir. Para os bens inferiores o deslocamento será para a esquerda. O leitor poderá fazer o gráfico sobre bens de consumo saciado.




1.2. Relação entre a procura de um bem e o preço de outros bens

                                                                                                                                                                   André Franco Montoro Filho

Dx = f(pi), tudo o mais permanecendo constante.
            Para esta função não temos uma relação geral: o aumento do preço do bem i, poderá aumentar ou reduzir a demanda do bem x. A relação depende do tipo de relação existente entre os dois bens.
            a) Se o aumento do preço do bem i aumentar a demanda do bem x, os bens i e x serão chamados substitutos ou concorrentes. Por exemplo,  são substitutos a manteiga e a margarina, o transporte por trem e por avião, o café o chá etc.
            Como sugerem os exemplos, bens concorrentes são aqueles que guardam uma relação de substituição. Ou se consome um ou outro. O consumo de um pode substituir o consumo do outro.
            Graficamente esta relação é apresentada de duas formas. Em primeiro lugar, apresentando-a diretamente


Ou se pode mostrar por meio de deslocamento da curva de procura. Quando o preço do bem i ( i e x – substitutos ) aumenta a um mesmo preço do bem x, a quantidade procurada deste bem aumenta. A curva (toda ela) de procura se desloca para a direita. Com raciocínio semelhante chega-se à conclusão de que, quando o preço do bem i diminui, a curva de procura do bem x se desloca para a esquerda.


b) Se o aumento do preço do bem i ocasionar uma queda na demanda do bem x, os bens serão chamados complementares. É o caso de pneumáticos e câmaras-de-ar, pão e manteiga, caneta e tinta etc. Como se pode observar, bens complementares são aqueles que, em geral, são consumidos conjuntamente. Sua complementaridade pode ser técnica, caso do automóvel e gasolina, ou psicológica, como trabalhar com música.
Da mesma forma que no caso dos bens concorrentes, existem duas formas de mostrar a relação entre o preço do bem i e a demanda do bem c – diretamente ou por meio de deslocamento na curva de procura do bem x. Só que aqui, como é fácil verificar, o deslocamento será em sentido oposto ao caso apresentado anteriormente, onde existia relação de substituição entre os bens.
Deslocamento na curva de procura do bem x causado por um aumento no preço de um bem complementar:






O que é Taxa Selic

Tendo como fonte o Banco Central: Taxa Selic ​A Selic é a taxa básica de juros da economia. É o principal instrumento de política monetária ...