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SOS Chapada Diamantina
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Pontos de coleta foram espalhados por Salvador para receber essa doações. Confira:
• POLITÉCNICAde 9:30 às 12h e das 15h às 17hSala da SPE, 3º andarBeatriz Medeiros
• BIBLIOTECA CENTRALdas 14h às 18hRebeca Vicente
• INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDEo dia inteiroSala do DAFONO, 5º andarMarília N. Leite; (71) 98523-6532
• INSTITUTO DE GEOCIÊNCIASo dia inteiro
Além disso, pode realizar doações em dinheiro*:CONTA CORRENTE - BANCO DO BRASILBrigada de Resgate Ambiental de LençóisCNPJ: 07.087.037/0001-48Agência: 0251-8C/C: 12619-5
*Quem doar deve avisar à Marta através do telefone (75) 9-9857-3161; responsável pela logística e organização das doações. #SOSchapadadiamantina
Segundo balanço do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o incêndio que atinge a região já destruiu nove mil hectares de unidade de conservação no Parque Nacional da Chapada Diamantina, na Bahia.
Fonte: iBahia
Depoimento de uma moradora da Chapada Diamantina #SOSCHAPADADIAMANTINA
Gislene Moreira, moradora do Vale do Cercado - Chapada Diamantina, diz:
Neste final semana, anunciaram na TV que o fogo na Chapada Diamantina está controlado. O problema é que sou moradora da região e olho da janela e ainda há fumaça na Serra da Bacia. Também tenho notícias de fogo no Morro Branco, no povoado do Capão.
Ambos são locais de difícil acesso, com fendas e precipícios enormes. Na Serra da Bacia, cerca de 20 voluntários estão dormindo há dias para evitar que o fogo cresça. Se ele se espalhar, pode atingir o Morro do Pai Inácio, que fica logo à frente.
Combatentes, como Igor (17 anos), não retornam pra casa nem para tomar um banho. Na espera do revezamento, se alistaram Zé (15) e Eduardo (13). Até Joana (05) vestiu um macacão chamuscado para a brincadeira de botar e apagar fogo na porta de casa. O empenho da garotada em reforçar a brigada voluntária evidencia a fragilidade da resposta do poder público para o problema de um gigantesco incêndio florestal no Parque Nacional da Chapada Diamantina que já dura semanas.
Segundo Negão, um dos líderes da brigada de Campos São João, os voluntários estão exaustos depois de 10 dias intensivos de combate. Para ele, a desarticulação das forças públicas e seu desconhecimento do terreno acabam forçando que os nativos se exponham mais. “Eles não combatem na noite, e são as pessoas da comunidade quem tem de garantir a vigília no horário de maior risco. A gente não tem equipamento e estamos cansados. Muitos aqui já deixaram de trabalhar só para apagar fogo e não vemos a ajuda chegar”, afirma o brigadista.
Para agravar a situação, em Campos São João, comunidade com cerca de 800 moradores, novos focos de incêndio são provocados todos os dias. Só neste sábado foram três. Inclusive contra a caixa d’água que abastece a localidade. Para Negão, a proximidade com a BR-242 e a sensação de impunidade são o combustível desta onda piromaníaca que tirou a paz do pacato vilarejo.
Para quem quer ajudar: Associação Comunitária do Cercado. Bradesco agência 1087-1 e Conta Poupança 1000870-0 CNPJ 02.566.165/0001-50
Fonte: Catraca Livre
Biomas Brasileiros
Vídeo feito pela UFSCar e USP com apoio do CNPQ, sobre os biomas brasileiros.
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Em outras palavras, um bioma é formado por todos os seres vivos de uma determinada região, cuja vegetação tem bastante similaridade e continuidade, com um clima mais ou menos uniforme, tendo uma história comum em sua formação. Por isso tudo sua diversidade biológica também é muito parecida.
O Brasil possui enorme extensão territorial e apresenta climas e solos muito variados. Em função dessas características, há uma evidente diversidade de biomas, definidos sobretudo pelo tipo de cobertura vegetal.
Visão de uma repórter do The New York Times sobre os programas de televisão brasileiro
Uma repórter do The New York Times, um dos jornais mais bem conceituados dos Estados Unidos, procura entender sobre o meio informacional brasileiro -a TV-, chegando a conclusão do quanto os programas da televisão brasileira, em especial a Rede Globo, ilude o cidadão brasileiro.
Segue a reportagem na íntegra:
Segue a reportagem na íntegra:
No ano passado, a revista “The Economist” publicou um artigo sobre a Rede Globo, a maior emissora do Brasil. Ela relatou que “91 milhões de pessoas, pouco menos da metade da população, a assistem todo dia: o tipo de audiência que, nos Estados Unidos, só se tem uma vez por ano, e apenas para a emissora detentora dos direitos naquele ano de transmitir a partida do Super Bowl, a final do futebol americano”.Esse número pode parecer exagerado, mas basta andar por uma quadra para que pareça conservador. Em todo lugar aonde vou há um televisor ligado, geralmente na Globo, e todo mundo a está assistindo hipnoticamente.Sem causar surpresa, um estudo de 2011 apoiado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou que o percentual de lares com um aparelho de televisão em 2011 (96,9) era maior do que o percentual de lares com um refrigerador (95,8) e que 64% tinham mais de um televisor. Outros pesquisadores relataram que os brasileiros assistem em média quatro horas e 31 minutos de TV por dia útil, e quatro horas e 14 minutos nos fins de semana; 73% assistem TV todo dia e apenas 4% nunca assistem televisão regularmente (eu sou uma destes últimos).Entre eles, a Globo é ubíqua. Apesar de sua audiência estar em declínio há décadas, sua fatia ainda é de cerca de 34%. Sua concorrente mais próxima, a Record, tem 15%.Assim, o que essa presença onipenetrante significa? Em um país onde a educação deixa a desejar (a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico classificou o Brasil recentemente em 60º lugar entre 76 países em desempenho médio nos testes internacionais de avaliação de estudantes), implica que um conjunto de valores e pontos de vista sociais é amplamente compartilhado. Além disso, por ser a maior empresa de mídia da América Latina, a Globo pode exercer influência considerável sobre nossa política.Um exemplo: há dois anos, em um leve pedido de desculpas, o grupo Globo confessou ter apoiado a ditadura militar do Brasil entre 1964 e 1985. “À luz da História, contudo”, o grupo disse, “não há por que não reconhecer, hoje, explicitamente, que o apoio foi um erro, assim como equivocadas foram outras decisões editoriais do período que decorreram desse desacerto original”.Com esses riscos em mente, e em nome do bom jornalismo, eu assisti a um dia inteiro de programação da Globo em uma terça-feira recente, para ver o que podia aprender sobre os valores e ideias que ela promove.A primeira coisa que a maioria das pessoas assiste toda manhã é o noticiário local, depois o noticiário nacional. A partir desses, é possível inferir que não há nada mais importante na vida do que o clima e o trânsito. O fato de nossa presidente, Dilma Rousseff, enfrentar um sério risco de impeachment e que seu principal oponente político, Eduardo Cunha, o presidente da Câmara, está sendo investigado por receber propina, recebe menos tempo no ar do que os detalhes dos congestionamentos. Esses boletins são atualizados pelo menos seis vezes por dia, com os âncoras conversando amigavelmente, como tias velhas na hora do chá, sobre o calor ou a chuva.A partir dos talk shows matinais e outros programas, eu aprendi que o segredo da vida é ser famoso, rico, vagamente religioso e “do bem”. Todo mundo no ar ama todo mundo e sorri o tempo todo. Histórias maravilhosas foram contadas de pessoas com deficiência que tiveram a força de vontade para serem bem-sucedidas em seus empregos. Especialistas e celebridades discutiam isso e outros assuntos com notável superficialidade.Eu decidi pular os programas da tarde –a maioria reprises de novelas e filmes de Hollywood– e ir direto ao noticiário do horário nobre.Há dez anos, um âncora da Globo, William Bonner, comparou o telespectador médio do noticiário “Jornal Nacional” a Homer Simpson –incapaz de entender notícias complexas. Pelo que vi, esse padrão ainda se aplica. Um segmento sobre a escassez de água em São Paulo, por exemplo, foi destacado por um repórter, presente no jardim zoológico local, que disse ironicamente “É possível ver a expressão preocupada do leão com a crise da água”.Assistir à Globo significa se acostumar a chavões e fórmulas cansadas: muitos textos de notícias incluem pequenos trocadilhos no final ou uma futilidade dita por um transeunte. “Dunga disse que gosta de sorrir”, disse um repórter sobre o técnico da seleção brasileira. Com frequência, alguns poucos segundos são dedicados a notícias perturbadoras, como a revelação de que São Paulo manteria dados operacionais sobre a gestão de águas do Estado em segredo por 25 anos, enquanto minutos inteiros são gastos em assuntos como “o resgate de um homem que se afogava causa espanto e surpresa em uma pequena cidade”.O restante da noite foi preenchido com novelas, a partir das quais se pode aprender que as mulheres sempre usam maquiagem pesada, brincos enormes, unhas esmaltadas, saias justas, salto alto e cabelo liso. (Com base nisso, acho que não sou uma mulher.) As personagens femininas são boas ou ruins, mas unanimemente magras. Elas lutam umas com as outras pelos homens. Seu propósito supremo na vida é vestir um vestido de noiva, dar à luz a um bebê loiro ou aparecer na televisão, ou todas as opções anteriores. Pessoas normais têm mordomos em suas casas, que são visitadas por encanadores atraentes que seduzem donas de casa entediadas.Duas das três atuais novelas falam sobre favelas, mas há pouca semelhança com a realidade. Politicamente, elas têm uma inclinação conservadora. “A Regra do Jogo”, por exemplo, tem um personagem que, em um episódio, alega ser um advogado de direitos humanos que trabalha para a Anistia Internacional visando contrabandear para dentro dos presídios materiais para fabricação de bombas para os presos. A organização de defesa se queixou publicamente disso, acusando a Globo de tentar difamar os trabalhadores de direitos humanos por todo o Brasil.Apesar do nível técnico elevado da produção, as novelas foram dolorosas de assistir, com suas altas doses de preconceito, melodrama, diálogo ruim e clichês.Mas elas tiveram seu efeito. Ao final do dia, eu me senti menos preocupada com a crise da água ou com a possibilidade de outro golpe militar –assim como o leão apático e as mulheres vazias das novelas.
Documentário: O Veneno está na mesa
Documentário: O Veneno está na mesa
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É o nome do documentário de Silvio Tendler. Um filme dedicado a elucidar o cidadão brasileiro sobre o escândalo dos agrotóxicos no Brasil, com depoimentos de agricultores, representantes de consumidores, representantes de multinacionais e da ANVISA, nossa agência nacional de vigilância sanitária. O Brasil é lamentavelmente o país que mais consome agrotóxicos no planeta.
O que mais incomoda no entanto é a total ingenuidade ou mesmo falta de interesse com que a população brasileira trata do assunto. De certa maneira representa uma maneira de pensar que ainda vem do autoritarismo. Algo do tipo "se o governo aprovou é porque deve ser bom". E isso não tem nada a ver com a realidade.
A indústria de venenos agrícolas conta com a nossa ignorancia para aprovar. com o aval de congressistas e do alto escalão do poder executivo, substâncias de alto poder de toxicidade e proibidas no resto do planeta, para serem despejadas em nossos alimentos. Um cálculo, dividindo a quantidade de agrotóxicos usadas no Brasil pelo numero de habitantes gera o número assustador de 5,2 litros de veneno per capita.
So em uma bandeja de morangos encontraram 18 tipos de agrotóxicos!
Já esta em andamento a Campanha Nacional contra os Agrotóxicos e pela Vida, que busca a proibição de, entre outras coisas, pulverização aérea de agrotóxicos. Essa prática é um absurdo e está levando populações inteiras do interior, como a nossa Capão Bonito a uma contaminação das vias aéreas e doenças respiratórias. Acampanha também busca assinaturas para cancelar os benefícios concedidos pelo governo à indústria de agrotóxicos, isentando-os de todos os impostos. Essa ótica perversa privilegia estes produtos isentando-os de taxas, como se fossem estes venenos algo benéfico, beneficentes ou mesmo estratégicos.
A medicina já se pronuncia e o Conselho Regional de Medicina de SP já recebeu em sua sede a palestra do Dr. Michael Jansen, cientista senior da FDA (ANVISA americana). Lá se discutiram e se mostraram as ações dos agrotóxicos sobre a saúde humana da forma aguda ou crônica. Os presidentes das Sociedades Paulista de Endocrinologia e Neurologia confirmaram os achados clínicos descritos nos EUA e fizeram paralelo com a situação no Brasil.
Estamos sob esta ameaça. O veneno está na mesa. Este é o nome do documentário. Para quem usa internet é muito fácil. Basta digitar o nome do filme no You Tube e assistir ao mesmo em 4 partes. O que estamos buscando é que o consumidor brasileiro assuma que é peça principal na desarticulação desta rede de interesses, na qual a nossa saúde nada conta, menos ainda a saúde da terra. Para eles o que vale são os lucros, o dinheiro gerado pela produção..
Devemos optar pelos orgânicos, fazer feiras orgânicas locais, valorizando o produtor e permitindo que ele venda diretamente ao consumidor. Nós temos esta força estratégica e logística que vale mais que armas. Usemos nossa escolha pelo orgânico como o caminho para a libertação do estado de doença crônica que assola nossa população.
Orgânicos já!
Fonte: Dr. Alberto Gonzalez - www.dralberto.com
PROBLEMA DE CARGA FIXA (PLI)
O problema de carga fixa trata de situações para as quais a atividade econômica incorre em dois tipos de custos: uma taxa inicial “fixa”, que deve ser incorrida no início da atividade; e um custo variável, que é diretamente proporcional ao nível de atividade. Por exemplo, a preparação e o ajuste inicial das ferramentas de uma máquina antes de iniciar a produção incorrem em um custo fixo de preparação independentemente da quantidade de unidades fabricadas. Uma vez concluída, o custo da mão-de-obra e material é proporcional à quantidade produzida. Dado que F é a carga fixa, c é o custo unitário variável, e x é o nível de produção, a função custo é expressa como
C(x) = F + cx, se x>0
0, caso contrário
A função C(x) é intratável analiticamente porque envolve uma descontinuidade em x=0. O exemplo seguinte mostra como variáveis binárias são usadas para eliminar essa intratabilidade.
Exemplo – (Escolha de uma empresa de telefonia):
Três empresas de telefonia me consultaram para que eu assinasse seus serviços de longa distância. A MaBell cobrará uma taxa fixa de $ 16 por mês, mais $ 0,25 por minuto. A PaBell cobrará $ 25 por mês, mas reduzirá o custo por minuto para $ 0,21. Quanto à BabyBell, a taxa fixa mensal é $ 18 e o custo por minuto é $ 0,22. De modo geral, gasto uma média mensal de 200 minutos em chamadas a longa distância. Considerando que eu não pague a taxa fixa mensal, a menos que eu faça chamadas e as distribua entre todas as três empresas à vontade, como eu poderia usar as três empresas para minimizar minha conta telefônica mensal?
Esse problema pode ser resolvido prontamente sem PLI. Entretanto, é instrutivo formulá-lo com um problema de programação inteira.
Definem-se
x1= minutos de chamadas de longa distância por mês pela MaBell
x2= minutos de chamadas de longa distância por mês pela PaBell
x3= minutos de chamadas de longa distância por mês pela BabyBell
-Binário:
y1 = 1 se x1>0; caso contrario x1 = 0
y2 = 1 se x2>0; caso contrário x2 = 0
y3 = 1 se x3>0; caso contrário x3 = 0
Podemos garantir que yj será igual a q se xj for positiva usando a restrição
Xj<= Myj ; j=1, 2, 3
O valor selecionado de M deve ser suficientemente grande, de modo a não restringir a variável xj artificialmente. Como faço aproximadamente 200 minutos de chamadas por mês, então xj <= 200 para todo j, e é seguro selecionar M = 200.
O modelo completo é
Minimizar z = 0,25x1 + 0,21x2 +0,22x3 +16y1 +25y2 +18y3
Sujeito a
x1 + x2 + x3 = 200
x1 <= 200y1
x2 <= 200y2
x3 <= 200y3
x1, x2, x3 >= 0
y1, y2, y3 = (0, 1)
A formulação mostra que a j-ésima taxa fixa mensal será parte da função objetivo z semente se yj=1, o que só pode acontecer se xj > 0 (conforme as últimas três restrições do modelo). Se xj = 0 na solução ótima, então a minimização de z, aliada ao fato de que o coeficiente na função objetivo de yj ser estritamente positivo, obrigará yj a ter valor zero, como desejado.
A solução ótima é x3=200, y3=1, e todas as variáveis restantes iguais a zero o que mostra que a BabyBell deve ser selecionada como minha provedora de longa distância. Lembre-se de que a informação transmitida por y3=1 é redundante porque o mesmo resultado por x3>0 (=200). Na verdade, a principal razão para usar y1, y2, y3 é levar em conta a taxa fixa mensal. De fato, as três variáveis binárias convertem um modelo (não linear) mal comportado em uma formulação tratável das variáveis inteiras (binárias) em um problema que, em caso contrário, seria contínuo.
Exercício de PO (Programação Linear Inteira)
A mobileCo está destinando um orçamento de 15 milhões de dólares para a construção de até sete estações transmissoras para cobrir a máxima população possível em 15 comunidades geográficas contíguas. As comunidades cobertas por cada transmissora e os custos de construção previstos em orçamento são dados na Tabela J.
Tabela J:
A tabela K dá as populações das diferentes comunidades.
Quais das transmissoras propostas devem ser construídas?
Resolução:
-Binário:
xt= 1, caso a transmissora xi seja construída;
0, caso contrario.
xc= 1, se a comunidade c dor abrangida;
0, caso contrário.
-Variáveis de decisão:
ct=custo do transmissor t.
Sc=conjunto de transmissores que abrange a comunidade c.
Pj=população da comunidade j
t= 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8
c= 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15
-Função objetivo:
Max z = P1c1 + P2c2 + P3c3 + P4c4 + P5c5 + P6c6 + P7c7 + P8c8 + P9c9 + P10c10 + P11c11 + P12c12 + P13c13 + P14c14 + P15c15
Sujeito a:
Solução: construir transmissores 2,4,5,6 e 7. Todas as comunidades são abrangidas, exceto a comunidade 1.
Exercício de PO (Programação Linear Inteira)
Uma universidade pretende formar um comitê para tratar das reclamações dos estudantes. A administração quer que o comitê seja composto por ao menos uma mulher, um homem, um estudante, um administrador e um membro da faculdade. Dez indivíduos (identificados, para simplificar, pelas letras A a J foram indicados. O mix desses indivíduos nas diferentes categorias é apresentado na tabela F.
Tabela F
| Categoria | Indivíduos |
| Mulheres | a, b, c, d, e |
| Homens | f, g, h, i, j |
| Estudantes | a, b, c, j |
| Administradores | e, f |
| Membros da Faculdade | d, g, h i |
A universidade em questão quer formar o menor comitê que tenha representação de cada uma das cinco categorias. Formule a questão como um problema de PLI e ache a solução ótima.
Solução:
Estudante e mulher: a
Administrador e homem: f
Membro da faculdade: d
O comitê tem como uma das soluções ótimas os indivíduos: a, d, f.
Exercício de Física - Capacitância
Um capacitor de placas paralelas possui placas circulares com um raio de 8,20 cm, separadas por uma distância de 1,30 mm.
(a) Calcule a capacitância.
(b) Qual é a carga das placas se uma diferença de potencial de 120 V é aplicada ao capacitor?
Resolução:
(a)
Para o cálculo da Capacitância de placas paralelas aplicamos:
C = ε0 A / d
onde:
A = área da placa
d= distância entre as placas
ε0= constante de permissividade
ε0= 8,85 x 10-12pF/m
d= 1,30 mm = 1,3 x 10-3 m
r= 8,20 cm = 8,20 x 10-2 m
Cálculo da Área circular A:
A=πr2
A= (3,14)(8,2 x 10-2 m)2
Calculo da Capacitância
C= (8,85 x 10-12pF/m) ((3,14)(8,2 x 10-2 m)2) / ( 1,3 x 10-3 m)
C=1,437 x 10-10 F
(aproximadamente)
C = 144pF
(b)
q=CV
C= 144 pF
V= 120 V
q= 144 pF x 120 V
q=17,3 nC
Exercício de Física - Capacitância
Um capacitor, possui uma capacitância de 25 micro F e está inicialmente descarregado. A bateria produz uma diferença de potencial de 120 V. Quando a chave S é fechada, qual é a carga total que passa por ela?
Resolução:
Resolução:
q=CV
C= 25 micro F = 25x10-6
V=120V
q=10-6 x 120V
q=3x10-3C
Exercício de Física - Capacitância
Dois objetos de metal possuem cargas +70 pC e - 70 pC, que resultam em uma diferença de potencial de 20V.
(a) Qual é a capacitância do sistema?
(b) Se as cargas mudam para +200 pC e -200 pC, qual o valor da capacitância?
(c) Qual é o novo valor da diferença de potencial?
Resolução:
(a) q=CV
(a) Qual é a capacitância do sistema?
(b) Se as cargas mudam para +200 pC e -200 pC, qual o valor da capacitância?
(c) Qual é o novo valor da diferença de potencial?
Resolução:
(a) q=CV
q= 70 pC ; V= 20v
Assim,
C= 70 pC / 20V
C= 3,5 pF
(b)
C=3,5 pF, pois C não depende de V (diferença de Potencial) nem de q (carga), depende somente das áreas das placas do capacitor.
(c) q=CV
200 pC = 3,5 pF . V
V=200pC/ 3,5pF
V= 57,14 V
Documentário: O Veneno está na mesa
Documentário: O Veneno está na mesa
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É o nome do documentário de Silvio Tendler. Um filme dedicado a elucidar o cidadão brasileiro sobre o escândalo dos agrotóxicos no Brasil, com depoimentos de agricultores, representantes de consumidores, representantes de multinacionais e da ANVISA, nossa agência nacional de vigilância sanitária. O Brasil é lamentavelmente o país que mais consome agrotóxicos no planeta.
O que mais incomoda no entanto é a total ingenuidade ou mesmo falta de interesse com que a população brasileira trata do assunto. De certa maneira representa uma maneira de pensar que ainda vem do autoritarismo. Algo do tipo "se o governo aprovou é porque deve ser bom". E isso não tem nada a ver com a realidade.
A indústria de venenos agrícolas conta com a nossa ignorancia para aprovar. com o aval de congressistas e do alto escalão do poder executivo, substâncias de alto poder de toxicidade e proibidas no resto do planeta, para serem despejadas em nossos alimentos. Um cálculo, dividindo a quantidade de agrotóxicos usadas no Brasil pelo numero de habitantes gera o número assustador de 5,2 litros de veneno per capita.
So em uma bandeja de morangos encontraram 18 tipos de agrotóxicos!
Já esta em andamento a Campanha Nacional contra os Agrotóxicos e pela Vida, que busca a proibição de, entre outras coisas, pulverização aérea de agrotóxicos. Essa prática é um absurdo e está levando populações inteiras do interior, como a nossa Capão Bonito a uma contaminação das vias aéreas e doenças respiratórias. Acampanha também busca assinaturas para cancelar os benefícios concedidos pelo governo à indústria de agrotóxicos, isentando-os de todos os impostos. Essa ótica perversa privilegia estes produtos isentando-os de taxas, como se fossem estes venenos algo benéfico, beneficentes ou mesmo estratégicos.
A medicina já se pronuncia e o Conselho Regional de Medicina de SP já recebeu em sua sede a palestra do Dr. Michael Jansen, cientista senior da FDA (ANVISA americana). Lá se discutiram e se mostraram as ações dos agrotóxicos sobre a saúde humana da forma aguda ou crônica. Os presidentes das Sociedades Paulista de Endocrinologia e Neurologia confirmaram os achados clínicos descritos nos EUA e fizeram paralelo com a situação no Brasil.
Estamos sob esta ameaça. O veneno está na mesa. Este é o nome do documentário. Para quem usa internet é muito fácil. Basta digitar o nome do filme no You Tube e assistir ao mesmo em 4 partes. O que estamos buscando é que o consumidor brasileiro assuma que é peça principal na desarticulação desta rede de interesses, na qual a nossa saúde nada conta, menos ainda a saúde da terra. Para eles o que vale são os lucros, o dinheiro gerado pela produção..
Devemos optar pelos orgânicos, fazer feiras orgânicas locais, valorizando o produtor e permitindo que ele venda diretamente ao consumidor. Nós temos esta força estratégica e logística que vale mais que armas. Usemos nossa escolha pelo orgânico como o caminho para a libertação do estado de doença crônica que assola nossa população.
Orgânicos já!
Fonte: Dr. Alberto Gonzalez - www.dralberto.com
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